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EXCLUSIVO| Leo do Blimp anuncia o seu 2° livro sobre a Caça as baleias em Arraial do Cabo

Após o sucesso do seu primeiro livro K-36, O Zepellin Que Caiu no Cabo, o pesquisador e escritor, Leandro Miranda, conhecido como Leo do Blimp aceitou o convite da equipe do Folha Cabista para falar sobre o seu segundo livro, veja.



FOLHA CABISTA: Como surgiu a idéia de escrever o livro sobre o Blimp que caiu no Cabo?

Leo: O livro K-36, O Zepellin Que Caiu no Cabo surgiu porque o meu avô era pescador e contava as histórias,mostrava alicate que recebeu dos americanos e eu me perguntava "Será que o meu filho vai contar essa história e acreditar?" Quando o meu avô morreu eu recebi o alicate e pesquisando na internet, achei a fábrica que fez para o departamento e comprovei que era do dirigível. Mas não encontrei nada sobre o acidente, comecei a pesquisar e os amigos acompanhando me incentivaram a escrever um livro.


FOLHA CABISTA: Como começou as pesquisas para escrever o livro?

Leo: Comecei montando o quebra cabeça e quando vi estava com o livro quase pronto. Os materiais que consegui são inéditos no Arraial,fazendo o livro ser o único que documenta sobre o acidente no Brasil.

Apenas o Sr. Reinaldo tinha o acidente e com isso me baseei para escrever o livro, o que ele escreveu eu consegui comprovar que estava correto.

Durante a pesquisa eu tive que me associar ao grupo de veteranos da segunda guerra e tive contato a enteada do Richard antes dele falecer.

FOLHA CABISTA: Após o lançamento do primeiro livro, qual foi o resultado dentro da cidade?


Leo: O feedback do resultado foi muito positivo, muitos achavam que era mentira ou história de pescador, e o livro abriu novos caminhos para as pessoas que leram e se interessaram.


FOLHA CABISTA: E o que te incentivou a escrever o segundo livro?

Leo: O segundo livro veio pela história da Taiyo, a caça das baleias em Arraial do Cabo e pela quantidade de fatos na década de 60. Comecei a pesquisar e muitas coisas aconteceram, a Álcalis começou a produzir barrilha, junto veio a luz, água, asfalto e iniciou o processo de emancipação do Arraial.

Com o novo livro estou trazendo duas partes , o Arraial na década de 60 e a outra a Taiyo de forma bem detalhada de como começou documentado com fotos.


FOLHA CABISTA: O que você pode antecipar para os leitores que esperam o segundo livro?

Leo: Falarei sobre o conflito com os japoneses e os pescadores,pois a pesca da baleia era autorizada apenas em 6 meses e no restante dos meses ela começou uma rede de pesca gigante de espera na Caramuru

Ela tinha um acordo com os pescadores que reinvidicaram a tirada da pesca, porque prejudicava os pescadores e um belo dia foi cortado durante a noite.

Depois disso a Taiyo começou a colocar vigilante armado e começaram a se movimentar pelos vereadores, na época era a SUDEP, se reuniram, contrataram advogados e a colônia de pescadores fizeram na época uma forte mobilização junto com as Álcalis, que compravam os peixes para servir aos funcionários.


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